O time de Santa Fé, atual terceiro colocado da liga argentina, jogou desfalcado de peças importantes: Robert Battle, Marcos Saglietti e Juan Fernández Chávez nem viajaram com o time para o Brasil.
Aproveitando-se dessa situação, a equipe brasileira impôs seu ritmo de jogo desde o início, abrindo logo larga vantagem. Após um primeiro quarto totalmente apático do Libertad, o placar apontava 32 x 13 para o Pinheiros, que tinha um aproveitamento de 75% nos arremessos de quadra.
Veio o segundo quarto e o time paulista seguiu comandando todas as ações da partida: atacava com consciência, defendia bem e continuava contando com erros infantis do adversário. A equipe argentina fez apenas 9 pontos no período e foi para o intervalo de jogo perdendo por 52 x 22. Com lentidão no ataque e na defesa, o Libertad mal parecia uma equipe argentina de ponta, que sempre joga com vontade e dentro de um padrão intenso.
No segundo tempo, o ritmo pinheirense diminuiu e a partida ficou um pouco mais equilibrada. Coube ao Pinheiros apenas administrar a vantagem e vencer com autoridade, liderando todos os quesitos de estatística da partida.
Mais uma vez a equipe paulistana apresentou bom jogo coletivo, mas hoje quem destoou um pouco foi Marquinhos, que apesar de distribuir 5 assistências forçou muitos chutes de 3 e teve baixo aproveitamento (1/7).
Os destaques individuais ficaram por conta de Olivinha e Shamell, pelo time brasileiro, com 16 pontos cada (mais 9 rebotes para Olivinha e 4 assistências para Shamell). Pelo Libertad, Graves, também com 16 pontos (5 rebotes) foi o melhor em quadra.
Com a grande diferença no placar, o técnico Cláudio Mortari pôde usar todos os seus jogadores e promover a entrada de atletas que atuam pouco, como Davi, Pedro Henrique e Bruno Mortari (que entrou ainda no segundo quarto).
Agora o Pinheiros aguarda a definição de seu próximo adversário, que será o perdedor do outro jogo da noite, entre Uberlândia e Lanús.

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